22 de fevereiro de 2019

Eu não vou me deter nos detalhes da reforma da Previdência

Eu não vou me deter nos detalhes da reforma da Previdência

As propostas oficiais de reforma da Previdência levadas ao Congresso pelo presidente Jair Bolsonaro são duras, corajosas e necessárias.

As novas regras, as mudanças, as alternativas e as possibilidades estão hoje em todos os noticiários – inclusive no nosso aqui, da JBFM, produzido pela eficiente Aline Gonçalves, pelo competente Antonio Ribeiro e pelo talentoso Chico Alexandre (o cara que, no século passado, foi quem me ensinou a escrever).

Portanto, eu não vou me deter nos detalhes cruéis, sórdidos e refinados das propostas do governo.

Basta repetir que se trata de um esforço inevitável, inadiável e inarredável, visando resolver uma combinação absurda de injustiça social, desigualdade de renda, concentração de riqueza e exploração dos mais pobres sobre os mais ricos, além de exploração dos mais bem informados sobre os muito bem desinformados.

A quem discorda, eu sugiro que não vá se queixar ao bispo… Vá se queixar ao Sarney, ao Collor, ao FH, ao Lula, à Dilma e ao Temer.

Todos esses seis ex-presidentes, ainda vivos, são responsáveis pelo fato de a reforma da Previdência ter chegado ao ponto de se tornar uma urgência, um botão de pânico, principalmente para os brasileiros mais desprotegidos.

Deve-se à omissão de uns, à malícia de outros e à preguiça dos demais a situação caótica, de pré-colapso, a que chegamos. Uma situação em que: ou pulamos na reforma, mesmo sem rede de proteção, ou saltamos no abismo, mesmo sem pára-quedas.