25 de fevereiro de 2019

É quando perde o medo que o povo decide enfrentar seus monstros

É quando perde o medo que o povo decide enfrentar seus monstros

Caos, crise, colapso, desordem e violência tomaram as ruas da Venezuela e transformaram numa zona de guerra a fronteira do país com a Colômbia e com o Brasil.

Tudo resultado de uma administração corrupta, populista e egoísta, que, aliás, ainda hoje tem no Brasil apoio de partidos e políticos orgulhosos de um companheiro e de um desgoverno vergonhosos.

Não se vê por aqui esses partidos ou políticos manifestarem solidariedade ao povo venezuelano, nem mesmo diante de decisões cruéis, sórdidas e desumanas.

A gota d’água lá foi o presidente quase deposto Nicolai Maduro proibir a entrada de alimentos e medicamentos enviados ao país a título de ajuda humanitária.

Fato é que a Venezuela está desmoronando, em ruínas, por causa de crenças sociais, ideologias políticas e superstições econômicas – que até recentemente ameaçavam jogar o Brasil na mesma vala da incivilidade, da barbárie e da burrice.

Além do emprego e da renda, o desgoverno Maduro tirou tudo dos venezuelanos. Tirou a fé, tirou a esperança e tirou a dignidade dos cidadãos. Chegou ao ponto de tirar também o medo do povo.

E é quando perde o medo que o povo decide enfrentar seus monstros. Lá como cá – e como em qualquer lugar – todos os monstros serão castigados.