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5 de outubro de 2020

Câncer de mama: vamos falar sobre isso?

 

Algumas informações podem ajudar a salvar vidas. Por isso, destacamos abaixo alguns pontos da cartilha “Vamos falar sobre isso”, do INCA, para orientar mulheres e homens a respeito da prevenção e da detecção precoce do câncer de mama.

O câncer de mama é o tipo mais comum, depois do câncer de pele, que mais prejudica brasileiras, representando em torno de 25% de todos os cânceres que afetam o sexo feminino. Para o Brasil, foram estimados 66.280 casos novos de câncer de mama em 2021. 

Todas as mulheres, independentemente da idade, podem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta

pelas próprias mulheres. Olhe, palpe e sinta suas mamas no dia a dia para reconhecer suas variações naturais e identificar as alterações suspeitas.

Os principais sinais e sintomas da doença são: caroço (nódulo) endurecido, fixo e geralmente indolor. É a principal manifestação da doença, estando presente em mais de 90% dos casos. Alterações no bico do peito (mamilo). Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço. Saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja.

Em caso de alterações persistentes, procure o Posto de Saúde.


Nos últimos anos, o INCA tem trabalhado com a população feminina a importância de “estar alerta” a qualquer alteração suspeita nas mamas (estratégia de conscientização), assim como tem desenvolvido ações com gestores e profissionais de saúde sobre a importância do rápido encaminhamento para a investigação diagnóstica de casos suspeitos e início do tratamento adequado, quando confirmado o diagnóstico.

Além de estarem atentas ao próprio corpo, mulheres de 50 a 69 anos devem fazer mamografia de rastreamento a cada dois anos. Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes de a pessoa ter sintomas. A mamografia nesta faixa etária, com periodicidade bienal, é a rotina adotada na maioria dos países que implantaram o rastreamento organizado do câncer de mama e baseia-se na evidência científica do benefício desta estratégia na redução da mortalidade neste grupo.


Você pode conferir a cartilha completa e facilitar o diálogo entre você e seu médico. Basta acessar o conteúdo e tirar todas as suas dúvidas, clique aqui. 

Fonte: INCA