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30 de maio de 2018

Vigilância Sanitária visita centros de distribuição para verificar cargas de alimentos

RIO – A situação dos postos de combustíveis na capital do Rio de Janeiro só vai se normalizar depois do feriado de Corpus Christi. Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro (Sindcomb), muitos pontos que receberam caminhões-tanque ontem (29) já estão sem combustívei

Fiscais da Vigilância Sanitária hoje (30) no Rio. Foto de divulgação da Vigilância Sanitária do estado

RIO – A situação dos postos de combustíveis na capital do Rio de Janeiro só vai se normalizar depois do feriado de Corpus Christi. Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro (Sindcomb), muitos pontos que receberam caminhões-tanque ontem (29) já estão sem combustíveis, mesmo com entrega ininterrupta. A assessora da Sindcomb, Kátia Perelberg, contou que as distribuidoras estão trabalhando normalmente sem escolta e comboio militar, o que agiliza a entrega do material, e vão trabalhar 24 horas até normalizar o suprimento em todos os postos, o que deve demorar de 4 a 5 dias.

Já na Ceasa, a previsão  é que a central de abastecimento que fica em Irajá, na Zona Norte da cidade, vai precisar de dois dias para voltar ao normal quando a greve dos caminhoneiros acabar. A estimativa é do presidente da Associação de Comerciantes da Ceasa, Waldir de Lemos.

Vale lembrar que a Ceasa, no Irajá, vai funcionar, excepcionalmente, amanhã (31), feriado de Corpus Christi, para minimizar os impactos da greve dos caminhoneiros.

Hoje (30), técnicos da Vigilância Sanitária do Rio começaram a fazer inspeções nos centros de distribuição para verificar as condições que as cargas de alimentos estão sendo entregues. O objetivo é impedir que produtos impróprios para consumo sejam distribuídos. O primeiro local visitado pelos fiscais foi o Mercado São Sebastião, na Penha, na Zona Norte carioca.

Os agentes estão inspecionando as características dos produtos como cor, odor, textura e sinais de alteração devido à quebra na cadeia de frio, o que interfere na segurança alimentar. A Vigilância Sanitária alerta a população para também ficar atenta a essas características sensoriais e validade do produto e, caso perceba alguma alteração, ligar para a central de atendimento 1746. As denúncias podem ser sobre qualquer estabelecimento que comercializa alimentos, como supermercados, açougues, peixarias e mercados de bairro.