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13 de abril de 2022

Tribunal do Júri de Niterói condena 4 envolvidos na morte do pastor Anderson do Carmo

NITERÓI – O crime aconteceu em junho de 2019. O pastor Anderson do Carmo foi morto a tiros na porta de casa.

Reprodução Instagram da ex-deputada federal Flordelis

NITERÓI – Durou 22 horas o julgamento de quatro réus acusados de envolvimento na morte do pastor Anderson do Carmo, crime que aconteceu em junho de 2019 em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Essa foi a primeira fase do júri popular relacionado ao caso. Os quatro foram condenados.

O filho afetivo da ex-deputada federal Flordelis, apontada como a mandante da execução a tiros do marido na porta de casa, Carlos Ubiraci foi absolvido do homicídio triplamente qualificado e de tentativa de homicídio contra Anderson, mas foi condenado por associação criminosa, com pena de 2 anos, 2 meses e 20 dias início de regime semiaberto. Já o filho biológico de Flordelis, Adriano dos Santos recebeu a pena de 4 anos, 6 meses e 20 dias por uso de documento falso e associação criminosa em regime semiaberto. Esse documento falso em questão é uma carta que atrapalhava as investigações do caso. O ex-PM Marcos Siqueira foi condenado a 5 anos e 20 dias de prisão em regime fechado, e a mulher dele, Andrea Santos, recebeu a pena de 4 anos, 3 meses e 10 dias em regime semiaberto. O ex-policial militar e a mulher foram condenados por terem participado da trama da carta.

O julgamento de André Luis de Oliveira, outro filho de Flordelis, que também estava previsto para acontecer nessa primeira fase do júri popular, foi adiado porque o advogado dele passou mal.

A próxima fase do júri popular sobre o caso está marcada para 9 de maio, quando a ex-deputada Floderlis será julgada junto com duas netas e uma filha, rés no mesmo processo.