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9 de agosto de 2018

Senado argentino rejeita legalizar aborto no país

BUENOS AIRES (agências internacionais) – Protestos violentos foram registrados em torno do Senado da Argentina após a rejeição do projeto de lei que legalizaria o aborto no país. A sessão durou cerca de 16 horas e terminou na madrugada de hoje (9). A medida foi recusada por 38 votos contra, 31 a favor e duas abstenções.

Pela prop

Rejeição no Senado argentina provocou protestos. Agência Brasil

BUENOS AIRES (agências internacionais) – Protestos violentos foram registrados em torno do Senado da Argentina após a rejeição do projeto de lei que legalizaria o aborto no país. A sessão durou cerca de 16 horas e terminou na madrugada de hoje (9). A medida foi recusada por 38 votos contra, 31 a favor e duas abstenções.

Pela proposta aprovada pela Câmara mas rejeitada no Senado argentino, seria possível interromper a gravidez durante as primeiras 14 semanas de gestação.

A interrupção voluntária da gravidez é crime na Argentina, a não ser em casos de estupro e se há risco à vida da mãe.

Desde o fim da ditadura militar no país, em 1983, diversos projetos sobre aborto foram apresentados no congresso argentino, mas esse foi o primeiro a ser votado.