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21 de julho de 2018

Corregedoria da Polícia Civil do Rio investiga caso do motorista que ficou preso 7 dias por engano

RIO – Após passar sete dias preso por engano, o motorista de aplicativo Antonio Carlos Rodrigues Junior, de 43 anos, foi solto no Rio. Antonio estava na Delegacia Especial de Atendimento ao Turista e foi levado na terça-feira (17) para a Cadeia Pública de Benfica.

Ele foi acusado de ter participado de um assalto ao cônsul geral da Venezuela dentro de um pr&

Motorista de aplicativo (sem camisa) é recebido por familiares na porta do presídio. Foto da família

RIO – Após passar sete dias preso por engano, o motorista de aplicativo Antonio Carlos Rodrigues Junior, de 43 anos, foi solto no Rio. Antonio estava na Delegacia Especial de Atendimento ao Turista e foi levado na terça-feira (17) para a Cadeia Pública de Benfica.

Ele foi acusado de ter participado de um assalto ao cônsul geral da Venezuela dentro de um prédio na Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio, no dia 6 de junho. A vítima esteve em Bangu e fez o reconhecimento do verdadeiro assaltante, identificado como Luiz Fernando da Silva, que também foi detido pelo mesmo caso.

Mesmo após o reconhecimento da vítima, o motorista de aplicativo ainda passou dois dias na cadeia.

Segundo a família de Antonio Carlos, a polícia chegou ao motorista de aplicativo por conta de uma foto no Facebook e de características semelhantes a do assaltante como a cor de pele e o formato do nariz.

A Corregedoria Interna da Polícia Civil abriu uma sindicância para apurar o caso.