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11 de maio de 2021

Rio e vários outros estados suspendem vacinação da Covid em grávidas

RIO – A Anvisa recomendou a suspensão da aplicação da vacina feita pela parceria Oxford/AstraZeneca nesse público.

Agência Saúde DF / Breno Esaki

RIO – Os governos de 14 estados, entre eles Rio, Pernambuco, São Paulo e Mato Grosso do Sul, suspenderam a vacinação contra a covid-19 de grávidas com comorbidades. A determinação ocorre de forma preventiva depois que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão imediata da aplicação da vacina feita pela parceria Oxford/AstraZeneca nesse público.

Na capital do Rio de Janeiro também está interrompida a vacinação para puérperas (mulheres que acabaram de dar à luz), decisão que se repete em todo estado de Pernambuco e em Rio Branco, capital do Acre. Há outras localidades com campanha de imunização mantida às puérperas, como o Rio Grande do Norte.

O secretário estadual de Saúde do Rio, Alexandre Chieppe, explicou que a imunização em grávidas estava sendo feita só com AstraZeneca, já que não há doses de CoronaVac e Pfizer. Chieppe reforçou, no entanto, que a vacinação contra a gripe está mantida para grávidas.

Segundo a Anvisa, a orientação é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas contra o coronavírus em uso no país. A agência não relatou nenhum evento adverso ocorrido em grávidas no Brasil, mas, segundo o jornal “Folha de S. Paulo”, o Ministério da Saúde investiga a morte de uma mulher grávida no Rio após uso da vacina que, no Brasil, é fabricada pela Fiocruz.

Segundo o Jornal “O Dia”, o Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde investiga o caso de uma grávida que desenvolveu trombose dias após tomar vacina contra a covid-19 da AstraZeneca. A gestante é da cidade do Rio, e o caso foi informado pela Secretaria Municipal de Saúde. De acordo com o jornal “O Dia”, o programa federal estuda se houve mesmo relação entre a imunização e a formação do coágulo na paciente.