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24 de julho de 2019

PRF começa a usar bafômetro que detecta embriaguez de motorista por respiração

O “bafômetros passivos” não há necessidade de ser assoprado. Agência Brasil / Tânia Rego

RIO – A Polícia Rodoviária Federal (PRF) começou hoje (24) a usar o chamado “bafômetro passivo”, chamado assim, porque ao contrário do bafômetro tradicional não há necessidade de ser assoprado. Basta aproximá-lo poucos centímetros da pessoa para detectar no ar, pela respiração, se ela está sob efeito de álcool ou não. O bafômetro age por aproximação com o condutor.

O equipamento é de apoio e sua principal função é fazer uma espécie de triagem prévia, até porque ele não aponta o teor de álcool no indivíduo, mas apenas se ele bebeu ou não.

A novidade começou a ser testada com motoristas que passaram pela praça de pedágio da ponte Rio-Niterói na manhã desta quarta-feira (24).

Segundo o porta-voz da PRF no estado do Rio, José Hélio Macedo, o órgão vai receber 18 aparelhos para agilizar a fiscalização nas estradas.

“O aparelho facilita bastante o nosso trabalho por questão de agilidade porque o motorista não precisa descer do carro. Na aproximação da cabine do veículo você consegue fazer a detecção da presença de álcool. Ele tem uma sensibilidade bem grande e ganha nessa agilidade”, explicou José Hélio.

Macedo cita também a economia proporcionada pelo novo modelo, já que o bafômetro tradicional requer o uso de um bocal que custa em torno de R$ 2 a unidade. O policial destaca que o bafômetro passivo apenas indica o consumo de álcool, mas não mede a quantidade no organismo da pessoa, o que é necessário para a aplicação da multa. Por isso, em caso de positivo, será preciso fazer o teste à moda antiga.

Os novos aparelhos serão utilizados nas operações de fiscalização de rotina da PRF nas rodovias federais do estado e também poderão fazer parte de operações integradas do órgão federal com as blitzes da Lei Seca do governo do Rio de Janeiro.