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26 de dezembro de 2019

Polícia investiga grupo que assumiu atentado ao “Porta dos Fundos”

RIO – A Polícia Civil está investigando o envolvimento de um grupo organizado no ataque ao “Porta dos Fundos”, no Humaitá, na Zona Sul do Rio.

A produtora responsável pela criação dos vídeos do grupo Porta dos Fundos sofreu ataque na madfrugada dia 24. Reprodução redes sociais

RIO – A Polícia Civil está investigando o envolvimento de um grupo organizado no ataque ao “Porta dos Fundos”, no Humaitá, na Zona Sul do Rio. A principal pista é um vídeo que circula nas redes sociais, no qual um homem, cercado de outras duas pessoas, todos encapuzados, reivindica a autoria do ataque. 

A gravação exibe imagens da ação com de três pessoas lançando coquetéis molotov no prédio da produtora responsável pela criação dos vídeos do grupo Porta dos Fundos. Essas imagens coincidem com a gravação feita pela câmera do edifício. Na gravação, um homem lê um comunicado e explica os motivos que levaram à ação: “Reivindicamos a ação direta revolucionária que busca justificar os anseios de todo povo brasileiro contra a atitude blasfema, burguesa e antipatriótica que o grupo de militantes marxistas culturais Porta dos Fundos tomou quando produziu o seu “Especial de Natal” a mando da corporação bilionária Netflix, deixando claro para todo o povo brasileiro mais uma vez, como o grande capital anda de mãos dadas com os ditos socialistas”.

O especial de Natal do Porta dos Fundos foi alvo de críticas desde que foi lançado por fazer sátiras com personalidades bíblicas, como Jesus e Maria.

No ataque, houve um incêndio, que foi controlado por seguranças que estavam no local, e ninguém ficou ferido.

O ataque foi reivindicado por um grupo autointitulado Comando Insurgência Popular Nacionalista da Grande Família Integralista Brasileira.