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14 de dezembro de 2018

Marcelo Freixo presta depoimento após polícia descobrir plano para matar o deputado

RIO – A Polícia Civil do Rio descobriu um plano de milicianos para executar o deputado Marcelo Freixo, do Psol. Relatório obtido pelo jornal ‘O Globo’ afirma que o político seria morto amanhã (15) durante um encontro com militantes e professores no sindicato da categoria, em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade. Por causa da ameaça, o evento foi cancelado.

Deputado Marcelo Freixo, do Psol. Arquivo Agência Brasil

RIO – A Polícia Civil do Rio descobriu um plano de milicianos para executar o deputado Marcelo Freixo, do Psol. Relatório obtido pelo jornal ‘O Globo’ afirma que o político seria morto amanhã (15) durante um encontro com militantes e professores no sindicato da categoria, em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade. Por causa da ameaça, o evento foi cancelado.

O documento diz que um policial militar e dois comerciantes participariam do plano. Eles seriam ligados a um grupo de milicianos investigado pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Os suspeitos também estariam ligados à máfia dos caça-níqueis e ao jogo do bicho.

Pelo Twitter, Marcelo Freixo afirmou que, no mês em que a CPI das milícias completa 10 anos, ele voltou a ser ameaçado. Segundo Freixo, a CPI foi um marco no combate ao crime, com mais de 200 indiciados e os principais chefes presos. O deputado destacou que foram apresentadas 48 medidas para enfrentar a máfia, mas nada foi feito.

A Polícia Civil abriu uma investigação para descobrir os responsáveis pelo plano. A Polícia Civil abriu uma investigação para descobrir os responsáveis pelo plano. Marcelo Freixo deve prestar depoimento hoje (14) à tarde. Segundo a Secretaria de Segurança, a Delegacia de Homicídios da Capital ficará encarregada de checar se os nomes citados nas ameaças a Freixo aparecem também nas investigações sobre as mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Os dois foram executados há exatamente nove meses, e até hoje o crime não foi esclarecido.