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5 de setembro de 2018

PF usa scanner 3D nas investigações do incêndio que destruiu o Museu Nacional

RIO – Peritos da Polícia Federal estão usando um scanner que produz imagens em 3D para investigar as causas do incêndio que destruiu o Museu Nacional, no Rio. O equipamento, que estava em Brasília, é um dos mais modernos do mundo. Esse scanner foi usado no Brasil pela primeira vez em 2007, no acidente com o avião da TAM que deixou 199 mortos em São Paulo.

Polícia Federal no Museu Nacional. Agência Brasil/Tânia Rego

RIO – Peritos da Polícia Federal estão usando um scanner que produz imagens em 3D para investigar as causas do incêndio que destruiu o Museu Nacional, no Rio. O equipamento, que estava em Brasília, é um dos mais modernos do mundo. Esse scanner foi usado no Brasil pela primeira vez em 2007, no acidente com o avião da TAM que deixou 199 mortos em São Paulo.

A ferramenta será importante na elaboração do laudo da perícia sobre o incêndio. Por enquanto, as hipóteses para o início do fogo vão da queda de um balão no teto da construção a um curto-circuito em um laboratório que funcionava no local.

A pedido da Presidência da República, o ministério das Relações Exteriores foi incluído no recém-criado comitê gestor que vai coordenar a reconstrução do museu. A participação do Itamaraty não estava prevista na concepção inicial do comitê, mas o Palácio do Planalto quis um representante da diplomacia no grupo para coordenar as iniciativas do âmbito externo.

Chefes de estado e autoridades estrangeiras já ofereceram ajuda ao Brasil para reerguer o Museu Nacional.