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4 de dezembro de 2018

Ossada de desaparecido durante a ditadura militar é identificada após 47 anos

SÃO PAULO – Os restos mortais do sindicalista Aluizio Palhano, sequestrado e morto em 1971 durante a ditadura militar, foram identificados 47 anos depois do desaparecimento do ativista. A confirmação veio a partir de um cruzamento genético e foi anunciada durante o 1º Encontro Nacional de Familiares de Desaparecidos Políticos, em Brasília.

Grupo de trabalho atua pela identificação de ossadas descobertas no cemitério Dom Bosco, em SP. Prefeitura de São Paulo/Divulgação

SÃO PAULO – Os restos mortais do sindicalista Aluizio Palhano, sequestrado e morto em 1971 durante a ditadura militar, foram identificados 47 anos depois do desaparecimento do ativista. A confirmação veio a partir de um cruzamento genético e foi anunciada durante o 1º Encontro Nacional de Familiares de Desaparecidos Políticos, em Brasília.

A ossada estava entre mais de mil restos mortais descobertos em 1990, na vala clandestina de Perus, no Cemitério Dom Bosco, em São Paulo. Esta é a segunda confirmação obtida, desde 2014, pela Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos, do governo federal. A primeira ossada identificada foi a do paulista Dimas Antônio Casemiro, em fevereiro deste ano.

As ossadas foram enviadas à Bósnia para serem analisadas em laboratório.