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9 de outubro de 2019

Nobel de Química vai para três cientistas que criaram baterias usadas em celulares

Divulgação The Nobel Prize

RIO (agências internacionais) – O americano John B. Goodenough, o britânico M. Stanley Whittingham e o japonês Akira Yoshino vão dividir o prêmio Nobel 2019 de Química. O trio foi escolhido por causa do desenvolvimento de baterias de íons de lítio, hoje usadas em celulares, notebooks e carros elétricos.  

A descoberta foi feita no começo da década de 70. O desenvolvimento da tecnologia, na avaliação dos cientistas, criaram os pilares para uma sociedade livre do petróleo e “sem fios”.

A Academia Real de Ciências da Suécia anunciou que os três cientistas vão dividir, de forma igualitária, o prêmio de 9 milhões de coroas suecas, equivalente a cerca de R$ 3,72 milhões.

Aos 97 anos, o americano John B. Goodenough passa a ser a pessoa mais velha a ganhar um prêmio Nobel. Até então, o mais velho laureado era Arthur Ashkin, de 96 anos.

John B. Goodenough nasceu em 1922 em Jena, na Alemanha, e ocupa a Cadeira Cockrell em engenharia na universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos.

O britânico M. Stanley Whittingham, de 77 anos, é professor na Universidade Binghamton, parte da Universidade Estadual de Nova York, também nos Estados Unidos.

O japonês Akira Yoshino, de 71 anos, é professor na Universidade Meijo, em Nagoya, no Japão, e membro honorário da corporação Asahi Kasei, em Tóquio.