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16 de agosto de 2022

Nike opta por proibir termos de cunho religioso em camisas customizadas

 

A Nike e a CBF anunciaram, na última segunda-feira (08), as novas camisas da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2022. Nas opções de compra, é possível customizar a peça com nomes e números na parte traseira.

Porém, uma polêmica envolvendo a marca esportiva veio à tona após o influenciador digital Felipe Neto levantar o tema nesta segunda-feira (15). Através de um vídeo publicado, Felipe provocou a Nike questionando a razão de nomes como Exú, Ogum e Maomé serem proibidos na customização e Jesus e Cristo serem permitidos.

 

 

A ideia de usar a camisa da seleção brasileira para manifestações religiosas ou expressões de fé ganhou mais restrições nesta segunda. A marca atualizou a lista de termos proibidos nas personalizações na plataforma de compra, mudança que ocorreu após críticas e acusações de intolerância religiosa. Agora, a lista tem também os nomes “Jesus” e “Cristo”.

O veto da palavra “Jesus” causou um problema para os fãs do atacante Gabriel Jesus convocado com frequência pelo técnico Tite. Ao barrar o nome do jogador, impossibilita inserir na personalização a maneira com a qual o jogador é identificado nas camisas oficiais: G. Jesus.

Em nota, a marca diz haver uma falha pontual, que está sendo corrigida:

“A Nike, como descrito na própria página, não permite customizações com palavras que possam conter qualquer cunho religioso, político, racista ou mesmo palavrões. Este sistema é atualizado periodicamente visando a cobrir o maior número de palavras possíveis que se encaixem nesta regra”.