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2 de setembro de 2019

Museu Nacional tem novo protocolo de governança um ano após incêndio que destruiu acervo da instituição

RIO – A UFRJ formalizou no fim de semana um protocolo de intenções com a Unesco, o BNDES e a Fundação Vale para estabelecer um novo modelo de governança visando o projeto Museu Nacional Vive, de reconstrução do espaço cultural.

Arquivo Agência Brasil/ Tânia Rêgo

RIO – A UFRJ formalizou no fim de semana um protocolo de intenções com a Unesco, o BNDES e a Fundação Vale para estabelecer um novo modelo de governança visando o projeto Museu Nacional Vive, de reconstrução do espaço cultural.

Há exatamente um ano um incêndio destruiu a sede e boa parte do acervo da instituição em São Cristovão, na Zona Norte do Rio.

Além de facilitar a obtenção de investimentos da iniciativa privada, a assinatura do protocolo já garante R$ 76 milhões para a reconstrução do museu doados pelo BNDES e pela Fundação Vale.

O ministério da Educação já tinha repassado mais de R$16 milhões para o início da recuperação das instalações, como a estabilização das paredes e a colocação de cobertura provisória, e a bancada do Rio no Congresso conseguiu R$ 55 milhões em emendas impositivas.

A reconstrução da fachada deve começar neste mês de setembro, e a reabertura do Museu Nacional está prevista para 2022.