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21 de junho de 2018

Médica que negou socorro a bebê que morreu por falta de atendimento no Rio já pode exercer a profissão

O bebê Breno Rodrigues Duarte que teve o atendimento negado pela médica Haydée Marques da Silva. Reprodução redes sociais

RIO – A médica Haydée Marques da Silva, que se recusou a atender um bebê de 1 ano e 6 meses em junho do ano passado no Rio, poderá voltar a exercer a profissão e não será mais julgada por homicídio doloso. As duas decisões foram tomadas pelo juiz Gustavo Kalil, da 4ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio.

A Justiça entendeu que a médica não tinha a intenção de matar Breno Rodrigues Duarte quando negou o atendimento pois o quadro clínico do bebê informado era de gastroenterite, doença que não apresenta risco de morte. A criança, que sofria de doença neurológica, morreu enquanto aguardava atendimento médico em casa, na Barra da Tijuca.

A Justiça autorizou ainda que Haydée seja julgada por um juiz e não mais por um tribunal do júri, como estava previsto inicialmente.