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21 de dezembro de 2018

Mais de 21 mil toneladas de peixes mortos já foram retirados da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio

RIO – A Comlurb já retirou mais de 21 mil toneladas de peixes mortos da Lagoa Rodrigo de Freitas, Zona Sul do Rio. A Secretaria municipal de Conservação e Meio Ambiente atribuiu a morte de peixes na Lagoa à proliferação de cianobactérias e fitoplânctons. Segundo nota da prefeitura, esses microrganismos têm ciclo de vida rápido, se proliferam com as

Foto: Reprodução Facebook/Comlurb

RIO – A Comlurb já retirou mais de 21 mil toneladas de peixes mortos da Lagoa Rodrigo de Freitas, Zona Sul do Rio. A Secretaria municipal de Conservação e Meio Ambiente atribuiu a morte de peixes na Lagoa à proliferação de cianobactérias e fitoplânctons. Segundo nota da prefeitura, esses microrganismos têm ciclo de vida rápido, se proliferam com as altas temperaturas e, ao morrerem, consomem muito oxigênio.

Em entrevista ao portal de notícia G1, o biólogo David Zee, disse que o risco desta mortandade era iminente por causa do calor excessivo dos últimos dias. Segundo o especialista, a água poluída da Lagoa funciona como alimento para o crescimento acelerado e anormal de microalgas, e o aumento das horas de insolação torna esse processo ainda mais rápido.