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3 de setembro de 2018

Incêndio destrói o Museu Nacional, no Rio, o mais antigo do Brasil e que já foi residência de um rei e dois imperadores

RIO – “Uma perda incalculável”. Foi dessa forma que o presidente Michel Temer classificou o incêndio que atingiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristovão, na Zona Norte do Rio. Em nota, o presidente lembrou que foram "perdidos 200 anos de trabalho, pesquisa e conhecimento".

Bombeiros de 12 quartéis ainda trabal

Agência Brasil / Tania Rego

RIO – “Uma perda incalculável”. Foi dessa forma que o presidente Michel Temer classificou o incêndio que atingiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristovão, na Zona Norte do Rio. Em nota, o presidente lembrou que foram "perdidos 200 anos de trabalho, pesquisa e conhecimento".

Bombeiros de 12 quartéis ainda trabalham no rescaldo para evitar o reinício das chamas. As partes laterais e a de trás do museu foram as que mais demoraram a ter o fogo controlado. Alguns desabamentos internos aconteceram, e, segundo os bombeiros que trabalham no local, praticamente tudo foi destruído. Somente alguns documentos e itens da parte de botânica foram recuperados. 

O incêndio começou por volta das 19h de ontem (2) e ainda não se sabe o que causou o fogo. Três vigilantes estavam no museu quando a tragédia começou, mas ninguém ficou ferido. No local não havia estrutura de combate a incêndio, como determina a legislação.

O Museu Nacional completou 200 anos em junho e tinha um acervo de mais de 20 milhões de itens, entre eles o fóssil humano mais antigo já encontrado no país, batizada de "Luzia", que fazia parte da coleção de antropologia biológica.

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