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1 de maio de 2018

Incêndio atinge depósito de uma rede de farmácia na Via Dutra, no Rio

Divulgação Polícia Rodoviária Federal

RIO – Um incêndio de grandes proporções atingiu o depósito de medicamentos da rede de farmácias Pacheco na Rodovia Presidente Dutra, na altura da Pavuna, no Rio na manhã desta terça-feira (1º). O fogo foi controlado por homens de quatro quartéis do Corpo de Bombeiros.

A fumaça, muito forte, pode ser vista, inclusive, na Barra da Tijuca, a 30 quilômetros do local. De acordo com os bombeiros, não há informações de vítimas.

O bombeiro aposentado Moacir Rosendo passava pelo local e contou que viu um balão caindo na direção da Via Dutra momento antes do incêndio começar.

Por causa do incêndio, a pista lateral da Via Dutra chegou a ser interditada no sentido Rio.

E em São Paulo, um incêndio de grandes proporções atingiu dois prédios no Largo do Paissandu, no Centro da capital, na madrugada de hoje (1º). O edifício de 26 andares onde o fogo começou desabou por causa das chamas. O prédio destruiu 80 por cento do prédio centenário da Igreja Luterana de São Paulo.

Ainda não há informação exata sobre o número de mortos ou feridos, mas, de acordo com o Corpo de Bombeiros, pelo menos uma pessoa morreu e outras três estão desaparecidas.

Mais de 100 homens trabalham intensamente no combate ao incêndio desde a madrugada, e três quarteirões foram isolados para o trabalho das equipes.

O prédio que desabou era uma antiga instalação da Polícia Federal que estava desativada e abrigava uma ocupação irregular. Segundo a Defesa Civil, pelo menos 50 famílias viviam no local.

O fogo começou no 5º andar e se espalhou rapidamente porque no prédio havia muito material inflamável e instalações irregulares de gás. Uma briga de casal é apontada como a possível causas para o incêndio. A prefeitura de São Paulo estima que o trabalho de retirada dos escombros deve durar uma semana. 

O presidente Michel Temer foi ao local do incêndio,  para prestar apoio às vitimas da tragédia, mas precisou deixar a região às pressas. Temer foi hostilizado pelos moradores que revoltados  xingaram o presidente de "golpista".