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24 de maio de 2018

Greve de caminhoneiros afeta abastecimento de alimentos no Rio, onde saco da batata chegou a R$ 500

Reprodução

RIO – O país vive hoje (24) as consequências do quarto dia de protestos de caminhoneiros por causa da alta do diesel. Muitos postos de combustíveis do Rio já estão com as bombas vazias na capital e em cidades como Niterói, e várias empresas de ônibus estão operando com a frota reduzida. A recomendação é que o passageiro busque trens, metrô e VLT. O BRT está circulando com frota 50% menor, o que gera atrasos e superlotação. De acordo com a administração do sistema, todas as estações da Avenida Cesário de Melo, no corredor Transoeste, e no trecho entre Madureira e Fundão estão fechadas.

Os caminhoneiros fazem protesto em várias estradas do Rio, como a Via Dutra, na altura de Seropédica.

A paralisação da categoria também já afetou o setor de abastecimento de alimentos. A Ceasa não está recebendo mercadorias, e um saco de 50 kg de batata, por exemplo, que era vendido geralmente a R$ 50, chegou a ser comercializado ontem (23) por R$ 500. A Central de Abastecimento do Rio já alertou que não terá o que vender a partir de amanhã (25).