Garis ameaçam entrar em greve no Rio

Divulgação Comlurb / Rio

RIO – A cidade do Rio de Janeiro poderá enfrentar, a partir de segunda-feira (22), uma greve dos garis. A paralisação das atividades foi decidida pelos funcionários da Comlurb durante assembleia realizada na última quinta-feira (18). O presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Município do Rio de Janeiro (Siemaco/RJ), Antonio Carlos da Silva, que representa a categoria, informou que está aguardando contraproposta da empresa, que pode sair ainda neste fim de semana, para marcar nova assembleia. Essa reunião definirá a manutenção ou não da greve.

Os garis reivindicam 10% de aumento salarial, além de implantação imediata do novo plano de cargos e salários, extensão do adicional de coleta para todos que realizam esse trabalho, inclusão de vigias e agentes de preparo de alimentos no adicional de insalubridade, aumento no tíquete alimentação, entre outros pleitos.

A proposta da companhia prevê reajuste baseado no índice de inflação, extensivo ao tíquete refeição e alimentação, que passará a ter valor mensal de R$ 736,48, além de concessão de insalubridade para os agentes de preparo de alimentos de escolas municipais e conclusão da implantação do plano de carreiras, cargos e salários.

Antonio Carlos disse que pretende negociar uma nova contraproposta que atenda aos pleitos dos trabalhadores .

Em nota, a Comlurb informou que mantém conversas constantes com a direção do sindicato, com o objetivo de fechar um acordo definitivo para evitar a paralisação dos garis.