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23 de julho de 2019

Empresas cogitam ir à justiça por causa do cancelamento da tabela de frete após pressão dos caminhoneiros

BRASÍLIA – As empresas cogitam questionar na justiça os novos custos impostos com o cancelamento da tabela de frete no país após pressão dos caminhoneiros. Na luta para evitar uma nova greve da categoria, o governo acatou o pedido dos caminhoneiros revogando a tabela para cálculo do piso mínimo de transporte de cargas que entrou em vigor no fim de semana.

Arquivo Agência Brasil/ Thomaz Silva

BRASÍLIA – As empresas cogitam questionar na justiça os novos custos impostos com o cancelamento da tabela de frete no país após pressão dos caminhoneiros. Na luta para evitar uma nova greve da categoria, o governo acatou o pedido dos caminhoneiros revogando a tabela para cálculo do piso mínimo de transporte de cargas que entrou em vigor no fim de semana.

O Ministério da Infraestrutura encaminhou um ofício à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) relatando que os critérios foram criticados pelas lideranças dos caminhoneiros, que consideraram a remuneração da categoria fora da realidade do mercado.

Com a suspensão, ficam valendo as regras anteriores, aprovadas em maio do ano passado, quando terminou a greve dos caminhoneiros, que paralisou o transporte de cargas no Brasil por quase duas semanas.

Amanhã (24) deve ocorrer uma nova rodada de negociação entre o governo e representantes da categoria.