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17 de junho de 2019

Demissão de Joaquim Levy foi ‘covardia sem precedentes’, diz Rodrigo Maia

BRASÍLIA – ‘Uma covardia sem precedentes’. Foi o que afirmou o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, sobre a saída do economista Joaquim Levy da presidência do BNDES. Levy pediu demissão um dia após o presidente Jair Bolsonaro avisar que ele estava com a ‘cabeça a prêmio’.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

BRASÍLIA – ‘Uma covardia sem precedentes’. Foi o que afirmou o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, sobre a saída do economista Joaquim Levy da presidência do BNDES. Levy pediu demissão um dia após o presidente Jair Bolsonaro avisar que ele estava com a ‘cabeça a prêmio’.

Rodrigo Maia disse que é uma pena o Brasil perder dois quadros da qualidade de Joaquim Levy e Marcos Pinto da forma como eles foram retirados. O presidente da Câmara dirigiu a crítica ao ministro da Economia, lembrando que foi Paulo Guedes quem indicou Levy e que caberia a Guedes segurar o economista no cargo.

Rodrigo Maia garantiu, no entanto, que as recentes crises do governo Bolsonaro não vão impactar as agendas previstas para as Reformas da Previdência e tributária no Congresso.

A indicação do advogado Marcos Pinto para uma diretoria do banco foi apontada por Bolsonaro como o motivo de sua irritação com Joaquim Levy. Marcos Pinto foi chefe de gabinete de Demian Fiocca quando este presidiu o BNDES no governo Lula.