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7 de novembro de 2018

Delator desmente Sérgio Cabral e reafirma que Fetranspor pagou propina, e não caixa 2

RIO – O ex-braço direito de Sérgio Cabral, Carlos Miranda, desmentiu, em depoimento, a alegação do ex-governador do Rio de que não recebeu propina da Fetranspor, e sim contribuições de campanha por meio de caixa 2.

Interrogado na Operação Ponto Final, desdobramento da Lava-Jato, Miranda reafirmou que se tratava, sim, de p

Ex-governador do Rio, Sérgio Cabral. Arquivo Agência Brasil

RIO – O ex-braço direito de Sérgio Cabral, Carlos Miranda, desmentiu, em depoimento, a alegação do ex-governador do Rio de que não recebeu propina da Fetranspor, e sim contribuições de campanha por meio de caixa 2.

Interrogado na Operação Ponto Final, desdobramento da Lava-Jato, Miranda reafirmou que se tratava, sim, de propina. O ex-ajudante de Cabral enumerou casos de interesse da Fetranspor atendidos pelo governo estadual.

Carlos Miranda citou projetos relativos ao ICMS e ao IPVA. Segundo Miranda, por eles, em 2014, a organização criminosa chegou a receber um bônus de R$ 90 milhões para serem distribuídos entre a quadrilha.