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27 de junho de 2019

Carnaval do Rio: três escolas de samba não querem mais livrar a Imperatriz do rebaixamento

RIO – A polêmica sobre a virada de mesa no resultado dos desfiles do Grupo Especial das Escolas de Samba do Rio de Janeiro deste ano ganhou mais um capítulo.

Arquivo Agência Brasil

RIO – A polêmica sobre a virada de mesa no resultado dos desfiles do Grupo Especial das Escolas de Samba do Rio de Janeiro deste ano ganhou mais um capítulo.

Os presidentes de três das oito agremiações que haviam votado para salvar a Imperatriz Leopoldinense do rebaixamento ano que vem querem mudar de posição. Após a mudança de posicionamento da Unidos da Tijuca, da União da Ilha e da Paraiso do Tuiuti, o placar da votação realizada na assembleia-geral no início do mês será modificado. Agora uma nova assembleia-geral terá de ser convocada pela Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) para que o rebaixamento da Imperatriz seja confirmado.

As três escolas querem se unir ao grupo, formado pela Mangueira, Portela, Beija Flor, Viradouro e Vila Isabel, que tinha se posicionado contra a permanência verde e branca de Ramos no grupo especial. Grande Rio, Mocidade, Salgueiro, São Clemente e Estácio de Sá se mantiveram favoráveis à permanência da Imperatriz Leopoldinense na elite do carnaval do Rio.