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6 de novembro de 2021

Aeronáutica começa a investigar causas do acidente aéreo que matou Marília Mendonça

GOIÂNIA – A Anac informou que o bimotor estava com a documentação em dia e tinha autorização para fazer táxi aéreo.

Divulgação Polícia Civil de Minas Gerais

GOIÂNIA – Uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) saiu hoje (6) cedo do Rio de Janeiro em direção a Caratinga, no interior de Minas Gerais, para dar início à investigação das causas do acidente aéreo que matou a cantora e compositora Marília Mendonça e outras quatro pessoas. O grupo é formado por dois pilotos, um técnico e uma psicóloga, e o trabalho inicial será identificar os indícios do acidente.

A primeira providência dos investigadores será identificar indícios, fotografar cenas e ouvir relatos de testemunhas. Eles também retiram partes da aeronave para análise e reúnem documentos. 

A companhia energética de Minas Gerais divulgou nota confirmando que avião bimotor atingiu um cabo de uma torre de distribuição da empresa. Informações preliminares relatadas por pilotos que sobrevoaram a região próximo ao momento do acidente são de que o avião “rasgou” fios de alta tensão ligadas a uma torre próximo ao local.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o bimotor estava com a documentação em dia e tinha autorização para fazer táxi aéreo.

Os corpos da cantora Marília Mendonça e do tio da artista, Abicieli Silveira Dias, estão sendo velados juntos no Ginásio Goiânia Arena. A cerimônia seguirá até as 16h deste sábado (6), e a expectativa é de que mais de 100 mil pessoas passem pelo local. A assessoria de imprensa da cantora informou que o sepultamento dos corpos de Marília Mendonça e do tio será preservado aos familiares, no Cemitério Parque Memorial, em Goiânia.