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4 de julho de 2022

Categoria do Prêmio da Música Brasileira incluirá artistas não binários

O PMB (Prêmio da Música Brasileira) foi criado por José Maurício Machline em 1987 e atualmente é coordenado por um conselho. O projeto retornará em abril de 2023. Após pausa devida à pandemia da Covid-19, afirmou voltar focado no futuro, de olho nas tecnologias como os NFTs e o metaverso, fazendo presença no ambiente digital.

Em meio a mudanças e novidades, a tradicional celebração se tornará mais inclusiva a partir da sua edição número 30. As categorias “Melhor Cantor” e “Melhor Cantora” deixam de existir, e dão lugar à categoria “Melhor Intérprete”, o que inclui homens, mulheres e não binários.

A categoria “Melhor DVD” se torna “Melhor Produto Audiovisual” se alinhando com a produção fonográfica atual, dando oportunidade para clipes, projetos para plataformas de vídeo, DVDs e documentários musicais. Outra categoria que passou por revisão é a que premiava os projetos Pop, Rock, Reggae, Hip Hop e Funk, recebendo agora o nome de “Música Urbana”.

Dentro de alguns meses, artistas com interesse em concorrer ao prêmio, poderão se inscrever e participar do programa que divulgará suas respectivas produções ao longo do ano.

O Prêmio da Música Brasileira homenageia um artista por edição: em sua estreia, o escolhido foi Vinícius de Moraes. Também já fizeram presença Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Elis Regina, Milton Nascimento, Rita Lee, Gal Costa, Lulu Santos e Tom Jobim. O próximo homenageado será revelado em breve.