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24 de agosto de 2022

Bate-papo exclusivo JBFM: Guilherme Arantes fala sobre o disco “A Desordem dos Templários” e comenta sobre nova geração musical

Por: Tayssa Zaparolli e Júlia Fonseca

O cantor e compositor Guilherme Arantes se apresentou no palco do Vivo Rio, neste sábado (20), com seu novo show “A Desordem dos Templários”. A obra foi construída durante um período muito delicado de pandemia e a visão emotiva e crítica do compositor fica exposta em suas letras.

O álbum foi composto na Espanha, mais precisamente em Ávila, uma cidade medieval. Esse cenário pode ser observado em toda construção narrativa das músicas. Com 12 canções no total, “El Rastro” é a música que abre o disco, e é uma das queridinhas de Guilherme.

Produzida durante a pandemia, El Rastro é um compilado de momentos vividos pelo paulista durante sua estadia em Ávila. Num conto sobre a natureza espanhola, o artista canta sobre o universo com uma perspectiva divina que, segundo ele, tem muito a ver com uma emotividade própria.

Com uma longa carreira, o compositor tem noção da sua importância para a história da música nacional e observa sua resposta radiofônica no segmento adulto-contemporâneo de forma positiva. “Êxtase”, “Um Dia, Um Adeus”, “Coisas do Brasil” e “Brincar de Viver” são apenas algumas das bossas de Guilherme que embalam a vida de tantos brasileiros.

Quando questionado sobre a nova geração, o cantor classifica o “neo-folk” como o movimento mais promissor dessa nova geração, e cita Anavitória, Ana Vilela, Kell Smith, Tiago Iorc e Melim como exemplos de artistas desta fase. Segundo ele, essa corrente resgata a delicadeza e a riqueza musical que os anos 90 deixou para trás com a máquina de vendas.

Ao final do bate-papo, Guilherme Arantes deixa uma mensagem para todos os ouvintes da Rádio JBFM: “Meu recado é para as pessoas terem esperança, lutarem por aquilo que acreditam” – finaliza ele.