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Somos muito melhores do que muitos pensam

A badalada reunião entre Jair Bolsonaro e Donald Trump vai além da badalada camaradagem entre os dois presidentes. São muitos os interesses financeiros e econômicos em setores de energia, infraestrutura, agropecuária, exportação, logística, Indústria e comércio e ciência e tecnologia.

Fato é que o Brasil não tem mesmo nada a perder ao se aproximar do ainda país mais rico do mundo. Desde que faça isso – como eu disse anteontem – sem negligenciar outros bons caminhos e direções, como os que também levam à Comunidade Econômica Europeia.

O mais importante – repito – é estimular diálogos construtivos e relações estratégicas com toda e qualquer nação que possa contribuir para atender aos nossos interesses e nossas carências mais urgentes.

O Brasil precisa parar de cultuar ideologia e parar de rasgar dinheiro – como se dinheiro aqui fosse coco, banana, areia da praia e político investigado por corrupção.

Ninguém precisa gostar do Bolsonaro ou do Trump para entender ou aceitar uma parceria capaz de ajudar a tirar o Brasil do século 18.

Dizer que os americanos têm muito mais a ganhar com essa aproximação é desprezar demais a inteligência, a criatividade e o potencial dos brasileiros.

Não por acaso, o carioca Marcelo Gleiser acaba de ganhar nos EUA o Prêmio Templeton, que inclui uma quantia de 5 milhões e meio de reais.

Trata-se de algo equivalente ao Nobel, por sua obra literária, sua carreira acadêmica e sua visão científica de mundo sobre quem somos nós no universo.

No caso do Brasil, somos muito melhores que muitos pensam.