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O que dizer de uma ‘ideia’ que não consegue vencer um ‘monstro’?

Fernando Haddad – o ‘FH do PT’ – passou os últimos dois meses alertando o Brasil sobre a ameaça à democracia representada por Jair Bolsonaro. E se apresentou, ele próprio, como o presidente que poderia evitar esse risco ao país.

Daí que, na primeira oportunidade, faltou educação e espírito democrático ao professor que se diz “educador” e de “alma democrata”. No tradicional discurso de reconhecimento da derrota, Haddad não cumpriu o protocolo e não cumprimentou o vitorioso.

Disse ser muito significativa a votação que recebeu, de seus 47 milhões de eleitores. Porém, esqueceu de citar a votação muito mais significativa que ele não recebeu, de mais de 100 milhões de brasileiros.

É por causa de episódios como esse que os petistas são chamados de arrogantes e sectários – além de corruptos.

É interessante observar também a situação do presidiário Lula da Silva. Lula foi o principal cabo eleitoral dessa eleição, na medida em que ele conseguiu ganhar e perder para ele mesmo. Foi Lula quem colocou Fernando Haddad no segundo turno, e foi Lula quem colocou Jair Bolsonaro na Presidência da República.

Pouco antes das eleições, Lula dizia acreditar que não era mais uma pessoa, não era mais um ser humano. Ele agora era uma IDEIA… Algo como “mais famoso que Jesus Cristo”, “maior que Deus” e “acima do bem e do mal”.

O problema é que a IDEIA não funcionou, não saiu do papel e agora será mais difícil sair da cadeia.

A lição de casa do Lula – do PT, do Dirceu e da Dilma – é refletir sobre o porquê de “taaanta” rejeição.

Afinal, quis o destino que Lula e os companheiros perdessem o poder justamente para um cara que eles chamam de racista, nazista, fascista, misógino e homofóbico. Ou seja: o combo de um MONSTRO!

Nesse caso, cabe a pergunta: o que dizer de uma IDEIA que não consegue vencer um MONSTRO?