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O nome do jogo é: preservar privilégios, privilégios e privilégios

 

Ativistas reclamam de novas diretrizes ambientais, num país onde mais da metade das pessoas ainda não têm sequer esgoto sanitário.

Militantes reclamam da reforma da Previdência, num país onde a maioria absoluta dos trabalhadores pobres já se aposenta depois dos 65 anos, ganhando apenas 1 ou 2 salários mínimos.

Adversários reclamam das mudanças trabalhistas, num país onde não tem trabalho para mais de 13 milhões de brasileiros, além de outros tantos milhões de subempregados e muitos milhões de subutilizados.

Daí que as facções do contra, os partidos da sabotagem e os políticos do quanto-pior-melhor só existem porque o Brasil se tornou uma República, há mais 100 anos, mas nunca se livrou das manias, manhas e malandragens trazidas pela Corte de nobres e esnobes, há mais de 200 anos.

Eu falo de regalias baseadas em manter os interesses pessoais sempre acima dos interesses públicos ou republicanos. E é uma ilusão acreditar que o apego aos privilégios é coisa só da direita… é da direta, é do centro e é da esquerda. Principalmente da esquerda que só fala em defesa dos pobres, mas só ganha votos dos ricos.

Isso porque o nome do jogo é: preservar privilégios, privilégios e privilégios… às custas de desinformações, desinformações e desinformações… pois eles acreditam que somos todos otários, otários e otários.