O Brasil precisa DESPIORAR… antes de MELHORAR

O ministro da Economia não está mentindo para ninguém, deixando claro que vai doer em todo o mundo. Os discursos do Paulo Guedes já viraram a nova leitura obrigatória nos mercados financeiros e setores produtivos.

Ele vem diagnosticando corretamente os problemas e apresentando corajosamente os tratamentos.

De fato, não há mais como usar apenas band aid para estancar as hemorragias fiscais, tributárias e previdenciárias deixadas pelas “criaturas do pântano”.

Nos discursos e nas entrevistas, Guedes tem sido objetivo e transparente de tal forma que a Bolsa de Valores vem se sustentando, com folga, acima dos 90 mil pontos.

Investidores já falam em volumes e fluxos, só este ano, de mais de 100 bilhões de dólares, pelo mercado de ações e pelos contratos diretos.

Temos agora uma corrida por “ganhos de oportunidade”, onde muitos papéis ainda estão baratos demais e ninguém quer deixar para entrar quando os preços já tiverem subido demais.

O que temos também são manifestações de confiança e otimismo, detectadas em pesquisas pós-eleitorais, que acabaram se confirmando logo na primeira semana do novo governo.

São pesquisas insuspeitas, como aquelas que anteciparam a vitória do candidato Bolsonaro; pesquisas feitas inclusive pelo Datafolha, do Grupo Folha – que, como se sabe, não tem motivo algum para bajular o hoje presidente.

Daí que a economia já mostra sinais de que pode DESPIORAR mais cedo do que se espera. Depois de DESPIORAR, virá a parte em que a economia terá que MELHORAR.

Enfim, é disso que se trata: o Brasil precisa DESPIORAR… antes de MELHORAR.

Para isso, o ministro precisa continuar sendo honesto, não mentindo para ninguém.