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O Brasil precisa de um “Plano Real” para acabar com o “Suicidão dos Contribuintes”

 

O Plano Real, que completou 25 anos em julho, foi o grande golpe final para acabar com a hiperinflação. Daí que o sistema brasileiro de impostos precisa de um “Plano Real” tributário para acabar com a hiperconfusão.

E a boa notícia é que esse “Plano Real” – capaz de desonerar a renda, a folha de pagamento e os custos de contratação de trabalhadores – já existe.

A PEC 45 – que cria o IBS no lugar de cinco siglas já famigeradas – é o “Plano Real” da reforma tributária. A Proposta de Emenda Constitucional tem colaboração de executivos do Centro de Cidadania Fiscal, uma entidade independente especializada em finanças públicas.

De fato, a PEC do IBS oferece transparência, simplicidade, neutralidade e equidade. Ou seja, estamos falando de:

1) “maior conhecimento sobre quanto os contribuintes pagam”.
2) “regras mais fáceis e com menos tratamentos diferenciados”.
3) “forte redução de distorções operacionais das empresas”.
4) “forte redução de privilégios na distribuição da carga”.

O sistema atual não tem essas vantagens, com agravante de que onera infelizmente os mais pobres, em vez de preferencialmente os mais ricos.

Se é verdade que o nosso sistema tributário é péssimo, também é verdade que, sem fazer nada, ele não vai melhorar.

Como eu digo no meu livro “Faça as Pazes com o Dinheiro”, o Brasil precisa deixar de ser o “Suicidão dos Contribuintes”, onde temos impostos da “Suíça” e benefícios do “Sudão”.

Enfim, o manicômio tributário brasileiro precisa acabar.