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‘Livrai-nos, ó Deus, de ver o Bolsonaro dobrar as metas da Dilma… Talquêi?’

Ouça, anote ou memorize esse número: -0,2 por cento. Ele representa o recuo do PIB do primeiro trimestre de 2019.

Pouca gente se dá conta, mas – além da decadência na produção, no comércio, em toda a atividade econômica – entre outras coisas, na vida prática, na vida real, esse número significa o seguinte: 13 milhões de desempregados; 13 milhões de brasileiros em desalento e em desespero.

Dentre eles…

Milhões de brasileiros que já não estão fazendo compras nos supermercados.

Milhões de brasileiros que já não estão pagando contas de luz, gás, água ou telefone.

Milhões de brasileiros que já cancelaram seus planos de saúde, mesmo aqueles mais modestos.

Milhões de brasileiros que já tiraram os filhos das escolas particulares, mesmo aquelas mais baratas.

Milhões de brasileiros que já se endividaram, depois se endividaram e, mais uma vez, se endividaram.

Milhões de brasileiros que já se resignaram diante dos acasos, descasos e poucos casos de políticos à direita, à esquerda e à revelia de tudo.

São indicadores da demência econômica construída com fervor e afinco pela demência política que predominou no país, por muito anos, à base de curandeirismo e charlatanismo.

Se repetir o polulismo que arrasou o Brasil, o governo Bolsonaro vai repetir o governo Dilma – ela que é hoje lembrada como a “presidenta-propaganda” do fracasso lulopetista.

Agora! Ouça, anote ou memorize essa prece: “Livrai-nos, ó Deus, de ver o Bolsonaro dobrar as metas da Dilma… Talquêi?”