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Lava Jato prende no Rio mais um ‘camundongo’ da Disneylândia dos Corruptos

 

Em mais uma fase da Lava Jato, a Polícia Federal prendeu no Rio um suspeito chamado Mario Libman.

Libman é o operador de Dario Messer, considerado “o doleiro dos doleiros”.

Messer controlava em Ipanema um banco clandestino, uma espécie de Disneylândia dos Corruptos.

Nesse banco, nessa Disneylândia dos Corrputos, um dos “camundongos” do doleiro era o ex-governador Sérgio Cabral.

Sozinho, o tal do Messer, que está foragido há um ano, já fez acordo com a Lava Jato para devolver 370 milhões de reais.

Também graças à Lava Jato, no mês passado, foram devolvido à Petrobras, 820 milhões.

Tudo somado, o montante total a ser recuperado pela Lava Jato já passa de 14 bilhões de reais.

Vou repetir: 14 Bilhões, com B maiúsculo, B de Brasil!

Esse é o tamanho oficial da ponta do iceberg, da corrupção endêmica, que tomou de assalto todo o país nos últimos 13 ou 15 anos.

Agora! Corta! Do Rio para Brasília…

Lá, um grupo de trabalho, criado para discutir o pacote anticrime do ministro Sérgio Moro, retirou do relatório a nova proposta, mais dura, de prisão em segunda instância.

Daí as perguntas: a quem interessa que os corruptos possam passar uma vida inteira respondendo em liberdade? Ou seja, uma vida inteira de impunidade.

Outra: a quem interessa desarmar a “ratoeira” da segunda instância?