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Bolsonaro está entre fazer as coisas certas ou copiar as coisas erradas

 

Lá se vão seis meses… e o presidente Bolsonaro ainda não entendeu a emergência de ter uma gestão de comunicação estratégica e inteligente, capaz de preservá-lo de vexames e desgastes.

De fato, a indústria de multas tem que ser combatida, porque as ruas e as estradas brasileiras estão mesmo cheias de psicopatas ao volante.

Só que o presidente não foi eleito para mudar regras de trânsito ou atuar como guarda rodoviário. Por isso, ele vai ser atropelado pelo Congresso, que deverá reprovar as principais medidas.

O presidente também não foi eleito para criar moedas no Mercosul e salvar a pátria na Argentina. Por isso, ele acabou desmentido pelo ministro da Economia e pelo Banco Central.

Bolsonaro foi eleito para promover as reformas estruturais, por mais impopulares que sejam, a fim de gerar renda, emprego, crescimento e prosperidade no Brasil.

As mudanças são duras e difíceis, mas urgentes e necessárias. Se cair na esparrela de não enfrentá-las, o presidente vai ficar muito parecido com Lula e Dilma – Lula e Dilma formam a dupla política e apocalíptica que afundou o país na corrupção e na recessão, precipitando a vitória do bolsonarismo em 2018.

Daí que a missão do bolsonarismo em relação ao lulopetismo é muito simples: provar que os brasileiros fizeram uma boa escolha ou provar que os brasileiros fizeram outra grande bobagem.

Resumindo: o presidente está entre fazer as coisas certas ou copiar as coisas erradas.