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A turma da oposição, da delação e da prisão não está nem aí pra gente

 

O Brasil ainda pena no umbral da recessão da “presidenta inocenta” e ainda tem 13 milhões de “almas realmente honestas” infelizmente desempregadas.

Mesmo assim, parece não incomodar a nenhuma das criaturas do pântano o fato de o país ainda estar carregando os mortos, os feridos e os escombros produzidos por políticos de um passado recente – políticos que, hoje, ou estão na oposição, ou estão na delação, ou estão na prisão.

Dentre essas criaturas, deputados e senadores de legendas que perderam as últimas duas eleições seguem contra a reforma da Previdência, fingindo defender os interesses do “povo”.

Alguns desses parlamentares são do tipo que falam em nome dos mais pobres, pedem votos dos mais pobres, mas não sabem onde moram os mais pobres, nem fazem ideia de como vivem os mais pobres.

É uma pena porque o Brasil está chafurdando na lama, no lodo e no bueiro. Daí que a turma da oposição, da delação e da prisão continua apostando no “quanto-pior-melhor”.

Fazem isso porque eles só têm projetos egoístas, ideologias hipócritas e mentalidades arcaicas; coisas que não ajudam, não melhoram e não socorrem a vida de ninguém.

Fato é que a reforma da Previdência não é nada diante do risco, do perigo e da ameaça de outros 13 milhões de brasileiros acabarem se juntando aos 13 milhões que já estão em desespero e desalento.

E isso vai acontecer: tudo vai estar perdido, se nada for feito a tempo.

A turma da oposição, da delação e da prisão sabe disso: o problema é que essa gente não está nem aí pra gente.