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10 de novembro de 2020

Morte de voluntário de teste da Coronavac é investigada como suicídio

SÃO PAULO – Anvisa suspendeu testes citando ‘evento adverso grave’, mas a morte nada teve a ver com a vacina chinesa.

Divulgação: Divulgação: Governo de SP

SÃO PAULO – A morte de um voluntário na Fase 3 dos testes da vacina produzida pela chinesa Sinovac  não tem relação com o imunizante.  É o que consta de um laudo emitido pelo Instituto Médico-Legal obtido pela TV Cultura . A informação foi, depois, confirmada por outros órgãos de imprensa. A polícia investiga o caso como suicídio.

A morte causou a interrupção dos testes da vacina pela Anvisa. A agência havia informado que os testes estavam suspensos em decorrência de  ‘eventos adversos graves’, mas sem especificar o que havia ocorrido.

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, veio à público esclarecer que não havia nenhum ‘evento adverso grave’, mas sim um óbito não relacionado à vacina, e dizer que estranhava a decisão da Anvisa.

O laudo do IML confirma a versão do diretor do Butantan e da Sinovac.  Dimas Covas e a empresa farmacêutica reafirmaram que a vacina é segura e que a morte do voluntário não estava relacionada ao imunizante.