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1 de julho de 2020

“Ciclone-bomba” causa mortes no Sul do Brasil. No Rio, ventos e chuvas fortes provocam estragos

FLORIANÓPOLIS – As rajadas de vento passaram dos 120km/h em algumas regiões catarinenses.

Foto de divulgação da Defesa Civil de Santa Catarina

RIO / FLORIANÓPOLIS – A formação de um fenômeno conhecido como “ciclone bomba” e a passagem de tempestades provocaram muitos estragos em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, onde 10  pessoas morreram e uma está desaparecida. Pelo menos cinco mortes foram na Grande Florianópolis.

As rajadas de vento passaram dos 120km/h em algumas regiões catarinenses. Árvores foram derrubadas, muitas casas ficaram destelhadas e mais de 711 mil unidades ficaram sem luz. Pelo menos 25 municípios de Santa Catarina foram atingidos pelos efeitos do “ciclone bomba”. O fenômeno recebe esse nome porque, associado ao ciclone, há uma queda rápida de pressão atmosférica, o que causa ventos intensos.

Nesta quarta-feira (1º), os estados do Rio de Janeiro de São Paulo serão atingidos por influência do ‘ciclone bomba’. No Rio, os ventos poderão chegar a até 76 km/h na capital e ressaca com ondas que devem atingir os 3,5 metros, segundo o Centro de Operações Rio.

Na madrugada de hoje (1º), uma ventania atingiu vários pontos do Rio e causou diversos estragos. Uma árvore tombou na Rua Gomes Carneiro, em Ipanema, e atingiu um carro. Ainda na Zona Sul, uma árvore foi derrubada pelo vento na Lagoa e outra em Botafogo, na Rua Conde de Irajá. O vento destelhou casas na Vila Kennedy e também no Itanhangá. O Centro de Operações Rio registrou 19 ocorrências relacionadas aos ventos na capital fluminense.

De acordo com o Alerta Rio, devido à aproximação e à passagem de uma frente fria na cidade, o tempo ficará instável neste primeiro dia de julho. Há previsão de ventos moderados a fortes ao longo do dia e de chuva fraca a moderada isolada a partir do período da tarde.