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11 de janeiro de 2021

MAM de Verão

Após quase seis meses de portas fechadas, o MAM Rio reabriu com várias novidades: cuidadoso protocolo de segurança, novas exposições, novos horários e nova forma de interagir com o museu – sem cobrança obrigatória de ingresso.

Confira abaixo a programação de exposições para o verão/2021:

HÉLIO OITICICA: A DANÇA NA MINHA EXPERIÊNCIA
até 7 de março

Curadoria: Adriano Pedrosa e Tomás Toledo
Exposição panorâmica de Hélio Oiticica (1937-1980), um dos mais importantes nomes da arte brasileira. Feita em parceria com o Museu de Arte de São Paulo (MASP), com curadoria de Adriano Pedrosa e Tomás Toledo. Reúne quase 100 obras, como Metaesquemas, do início da carreira, quando o artista participou do Grupo Frente, Relevos Espaciais, Núcleos e Bólides. Culmina com Parangolés, obras para serem usadas que resultaram do contato íntimo do artista com a escola de samba Estação Primeira de Mangueira, da qual foi passista. 

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COSMOCOCA – PROGRAMA IN PROGRESS: NÚCLEO POÉTICO DOS QUASI-CINEMA
Até 28 de fevereiro


Curadoria: Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes
Ampliações de slides de ambientes dos Bloco-Experiências in COSMOCOCA – programa in progress (1973), de Hélio Oiticica e Neville Dalmeida, foram oferecidas em doação ao MAM Rio. Em resposta, o museu faz mostra-resumo dos experimentos Quasi-Cinema de Hélio Oiticica, críticos ao movimento ilusionista e ao papel passivo do observador. A mostra inclui imagens das séries Neyrótica e TV Shot, e os filmes Agripina é Roma-Manhattan, Héliofonia, de Marcos Bonisson e Cosmo Cápsulas, de César Oiticica Filho.

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REALCE
até 21 de feveriro

Curadoria: Keyna Eleison e Pablo Lafuente
Primeira exposição do acervo do MAM Rio realizada pela nova Direção Artística do museu, Realce reflete o processo pessoal de aprendizado e familiarização com as obras da coleção e a arquitetura dos espaços expositivos. A exposição é uma reflexão prática sobre o que faz algo se mostrar em suas melhores condições, vibrar sob uma nova luz e reagir a um olhar talvez inocente, com interesse em agendas propositivas, definitivamente curioso e sem muitas certezas. Com obras de mais de 50 artistas, entre eles Anna Maria Maiolino, Djanira, Lygia Clark, Mira Schendel, Cícero Días, Edival Ramosa, GTO, Hélio Melo, Le Corbusier e Max Bill.

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BANDEIRA BRASILEIRA

até 7 de março

Os versos da música do Carnaval da Mangueira de 2019 trazem a força com que o artista Leandro Vieira, como carnavalesco, compôs a presença da escola de samba na escala crítica que um discurso no campo da cultura pode ter. Cultura e arte não são campos diferentes, mas foram estruturalmente separados para estar e produzir em espaços diferenciados.

A obra de arte foi feita para o Carnaval, aqui a bandeira é apresentada de novo, desta vez para ser vista de frente, na parede do museu. Torna-se assim uma obra para desfilar e observar, que traz sentido a seu novo contexto expositivo, questionando-o.

SAIBA MAIS

De acordo com os melhores procedimentos adotados em outros museus, durante esta primeira fase da reabertura, o MAM Rioestá funcionando em horário reduzido, aberto ao público de quinta a domingo. Nas quintas e sextas, a partir das 13h, e aos sábados e domingos, a partir das 10h. Por outro lado, passou a fechar uma hora mais tarde, às 18h, ampliando o acesso para quem trabalha no Centro.

Av. Infante Dom Henrique, 85
Parque do Flamengo
Rio de Janeiro