Ministro da Justiça diz que líderes das rebeliões em Manaus que terminaram na morte de 60 presos serão transferidos para presídios federais

Agência Brasil

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MANAUS – A cidade de Manaus teve vários episódios violentos no sistema prisional desde domingo. Uma rebelião aconteceu no Complexo Penitenciário Anísio Jobim. Esse motim durou 17 horas e terminou com a morte de 56 detentos. Outros quatro presidiários foram mortos na unidade prisional do Puraquequara, na Zona Rural da capital, e um outro motim, dessa vez com fuga de presos, aconteceu no Instituto Penal Antônio Trindade, que fica ao lado da penitenciária Anísio Jobim. A morte dos 60 detentos é a maior tragédia em presídios brasileiros depois do chamado Massacre do Carandiru, quando 111 internos foram mortos pela polícia durante uma rebelião. A cúpula da Segurança Nacional está em Manaus, e o ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, já anunciou ajuda na transferência de presos do sistema prisional do Amazonas para outros estados brasileiros. Esses episódios violentos ganharam espaço em vários jornais do mundo, que destacaram a superlotação carcerária do país.

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