Marcelo Crivella assume prefeitura do Rio e determina austeridade

Prefeito eleito Marcelo Crivella discursa ao ser empossado na Câmara de Vereadores do Rio. Agência Brasil / Fernando Frazão

Prefeito eleito Marcelo Crivella discursa ao ser empossado na Câmara de Vereadores do Rio. Agência Brasil / Fernando Frazão

RIO – “É proibido gastar”. Esta é a ordem na prefeitura do Rio, definida no discurso de posse de Marcelo Crivella, ontem, primeiro dia do ano, na Câmara Municipal. O novo prefeito defendeu cortes no orçamento e prometeu austeridade, lembrando que a cidade está inserida no cenário de crise do estado do Rio. Crivella reafirmou a promessa de campanha de dar atenção especial à saúde, além de destacar a necessidade de melhorar a capacitação dos professores e investir na formação de crianças e jovens. Na solenidade na Câmara Municipal também foram empossados os 51 vereadores e a mesa diretora do legislativo foi eleita. O vereador Jorge Felippe (PMDB) foi reeleito presidente da casa. O novo prefeito do Rio publicou uma edição extra do Diário Oficial do município com 79 decretos nas áreas de saúde, segurança, transportes, gestão, educação, conservação, ordem pública e meio ambiente. A principal medida é o reforço no combate a dengue, zika e chikungunya. Crivella também quer um plano para municipalizar as UPAs estaduais, além de reduzir filas e aumentar o número de leitos nos hospitais. Outros decretos determinam estudos para incluir o metrô no Bilhete Único Carioca e a municipalização do Maracanã e do Theatro Municipal. O novo prefeito do Rio reduziu pela metade o número de secretarias e os gastos com cargos comissionados.

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