Guilherme Arantes

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O cantor e compositor Guilherme Arantes nasceu em 28 de julho de 1953, em São Paulo. Iniciou sua carreira profissional em 1969, com o conjunto de rock progressivo Moto Perpétuo (que ainda contava com Claudio Lucci, no violão, e Diogenes Burani, na bateria), com o qual gravou um LP em 1974, registrando nove músicas de sua autoria.

Dois anos depois, partiu para carreira solo, lançando um homônimo LP, que continha a balada pop romântica  `Meu Mundo e Nada Mais´. Os discos seguintes foram “Ronda Noturna” (1977), “A Cara e a Coragem” (1978), Guilherme Arantes (1979) e “Estatísticas”(1979).

Na década de 80, lançou os LPs “Coração Paulista”(80), “Deixa Chover” (81), “Planeta Água”,”Guilherme Arantes” (82), “Ligação” (83), “Xixi nas Estrelas”,”Despertar” (85), “Calor” (86), “Guilherme Arantes” (87) e “Romances modernos” (89) – emplacando outros sucessos, como “Lindo Balão Azul”, em 1982 e ”Cheia de Charme”, em 1985. Nos anos 90, gravou discos como “Pão”, “Meu Mundo e Tudo Mais -Ao vivo”, “Crescente”, “Castelos”, “Clássicos”, “Outras Cores” e “Maioridade”.

No anos 2000, lançou os CDs “Guilherme Arantes – Ao vivo”, “New Classic Piano Solos”, “Aprendiz”, “Lotus” e “Intimidade”. Estes dois últimos foram lançados ao mesmo tempo em 2007, “Intimidade” foi lançado com os maiores sucessos do cantor, reunidos em versões acústicas gravadas na Bahia. O CD de músicas inéditas Lótus, foi destaque para a retomada de parcerias com Nelson Motta, na canção “Vaivém”- este trabalho traz uma mistura balanceada dos gêneros que mais frutificaram sua carreira, ou seja, as baladas, o pop e a bossa-nova contemporânea.

Em 2011, Guilherme lançou o álbum “Pianos Solo”, um disco totalmente instrumental, que fora gravado pelo cantor entre 1993 e 1999. Seu mais recente trabalho é o disco “Condição Humana” (2013), que marca uma nova etapa em sua carreira. Um CD de um artista vintage, que buscasse resgatar a velha sonoridade vintage, com músicos vintages, sem muito medo de parecer superado, como ele mesmo define.

Seus maiores sucessos são: “Amanhã”, “Brincar de Viver”, “Cheia de Charme”, “Deixa Chover”, “Lindo Balão Azul”, “Meu Mundo e Nada Mais”, “Planeta Água”, “Sob Efeito de um Olhar”, “Um dia, Um Adeus” e “Êxtase”.

Com isso,  lá se vão mais de 40 anos de carreira solo e o reconhecimento imediato de pelo menos 20 canções. Foram também 34 coletâneas e 23 discos de carreira. Assim, nesses todos anos, Guilherme Arantes transitou do rock ao pop, do pop à MPB, da MPB a New Age e da New Age de volta a MPB.

Foto: Pedro Matallo

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