Cármen Lúcia, presidente do STF, exige respeito ao judiciário

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BRASÍLIA – A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) abriu, nesta terça-feira, a reunião do Conselho Nacional de Justiça, órgão que também comanda, com um discurso exigindo respeito dos outros poderes. Cármen Lúcia disse que os poderes devem buscar a “harmonia” em benefício do cidadão.  As declarações da ministra ocorrem um dia após o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Renan Calheiros, ter chamado de “juizeco” o juiz federal que autorizou a prisão de quatro policiais legislativos do Senado na semana passada. Em nenhum momento, Cármen Lúcia citou o presidente do Senado, mas ela afirmou ser “inadmissível” que um juiz seja “diminuído” ou “desmoralizado” fora dos autos. “Todas as vezes que um juiz é agredido, eu e cada um de nós juízes é agredido. E não há a menor necessidade de, numa convivência democrática, livre e harmônica, haver qualquer tipo de questionamento que não seja nos estreitos limites da constitucionalidade e da legalidade”, afirmou a presidente do Supremo. Como presidente do STF, Cármen Lúcia é a maior autoridade do judiciário no país.

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