Antes de tudo, depois de tudo, eliminar dívida

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Dando sequência ao nosso “manual de sobrevivência econômica”

Como eu já disse aqui, é na crise que a gente deve se dar ao luxo de pagar barato, de pagar pouco; gastar menos (mesmo com as coisas que precisa) e não gastar mais (principalmente com as coisas que não precisa). Todos já sabem que crise é oportunidade, mas, enquanto a oportunidade não aparece, crise é também “reaprendizagem”. E reaprender é mudar hábitos – quando se mudam hábitos, sempre há algum impacto, maior ou menor, sempre há.

Para que esse impacto seja amenizado e absorvido, é preciso haver um “pacto”. É hora, por exemplo, de as pessoas pararem de olhar para os vizinhos, para fora, e passarem a olhar para as famílias, para dentro, a fim de unir forças e buscar soluções internas, negociadas no lar, colegiadas no lar. Decisões em família são fundamentais porque todos precisam estar conscientes e determinados diante de urgências que todos precisam enfrentar juntos e misturados.

E é recomendável que o primeiro consenso seja, sem dúvida, viver sem dívida. Antes de tudo, eliminar dívida; sobretudo, eliminar dívida; depois de tudo, eliminar dívida. Como você sabe, essas e outras dicas estão no meu livro FAÇA AS PAZES COM O DINHEIRO, numa livraria Travessa, perto de você, e também na minha coluna no jornal O DIA, sempre aos  domingos.

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